Revisão Sistemática
Mapeamento do uso de RAG e Fine-Tuning em LLMs na Educação, com análise das lacunas no Ensino Médio e na Educação Profissional.
Base científica consolidadaPesquisa orientada às necessidades dos professores, investigando como evidências sobre Large Language Models, RAG e Fine-Tuning podem ser organizadas para apoiar usos contextualizados, confiáveis e pedagogicamente adequados no Ensino Médio e na Educação Profissional.
A pesquisa parte de um problema docente: professores precisam integrar LLMs às suas práticas de forma contextualizada, confiável e pedagogicamente adequada, enquanto as evidências sobre técnicas, dados, métricas e riscos aparecem fragmentadas na literatura. O trabalho busca organizar essas evidências sem retirar do professor a supervisão e a decisão pedagógica.
O percurso começa com uma Revisão Sistemática da Literatura, transforma os achados no CAT-LLM-Edu — organizado pela cadeia necessidade docente → evidência → estratégia — e utiliza essa base na construção do framework e dos artefatos de apoio à prática docente.
Cada etapa produz conhecimento e artefatos que fundamentam a seguinte.
Mapeamento do uso de RAG e Fine-Tuning em LLMs na Educação, com análise das lacunas no Ensino Médio e na Educação Profissional.
Base científica consolidadaConstrução e validação do CAT-LLM-Edu e de um framework computacional e metodológico para orientar sistemas educacionais inteligentes.
Etapa experimental atualDesenvolvimento e avaliação de uma plataforma com LLMs para apoio e acompanhamento contextualizado da prática docente.
Etapa planejadaCada experimento possui instrumento, acesso, banco e tratamento de dados próprios.
Validação de 12 cadeias que conectam necessidades docentes, problemas, evidências da RSL e estratégias computacionais, seguida de avaliação global e questões abertas.
Avaliação da utilização do framework na escolha entre LLM genérica, RAG, Fine-Tuning e estratégias híbridas.
Estudo da utilidade, adequação pedagógica e qualidade computacional da plataforma de acompanhamento docente.
O primeiro experimento não registra IP, localização, áudio, vídeo, tela ou fingerprint. O acesso ocorre por código pseudonimizado, e a coleta deve seguir exatamente o procedimento de consentimento aprovado.
Doutorando em Informática pela Universidade Federal da Paraíba, com pesquisa em Inteligência Artificial na Educação, Engenharia de Software e sistemas inteligentes.